Três pesquisas sérias mediram o retorno da inteligência artificial no mesmo par de anos e chegaram a 95%, 85% e 80%. Nenhuma das três mentiu. Esta sessão mostra por que os números divergem setenta e cinco pontos, e entrega as três perguntas que resolvem a próxima estatística que chegar na sua mesa.
Cada número citado vem com quem mediu, em quem mediu e quem pagou — inclusive os que sustentam o argumento da própria sessão.
Não é um debate entre pesquisa boa e pesquisa ruim. As três são defensáveis, foram publicadas por instituições sérias, e mesmo assim a distância entre a primeira e a última é de setenta e cinco pontos percentuais. Entender por quê é mais útil do que escolher um lado.
O teste é o balanço: o dinheiro precisa aparecer. É a régua mais dura das três, e o MIT não vende inteligência artificial.
Mais de quinhentos líderes técnicos de empresas que já implantaram agentes. Quem tentou, falhou e desistiu não está na amostra.
Não é preciso conhecer as pesquisas para desmontá-las. As mesmas três perguntas funcionam em qualquer estatística que chegar na sua mesa depois da sessão, inclusive nas que você já usou.
Impacto no balanço e retorno autorrelatado por quem implantou não são o mesmo teste. São perguntas diferentes, não respostas diferentes.
Pesquisar satisfação só entre quem ainda é cliente dá sempre bom resultado. Viés de sobrevivência não é má-fé, é recorte de amostra.
Interesse não é fraude, mas é um dado sobre o dado. Não invalida a pesquisa; invalida usá-la sozinha.
O dado que sustenta o título — 15% contra 3% — passa pelas mesmas três perguntas na frente da turma, com o interesse do financiador declarado em voz alta.
Sessão de noventa minutos não substitui trabalho de meses. Dizer isso na abertura é parte do método, não modéstia.
A sessão mostra por que enxergar o custo é difícil — mil vezes mais consumo numa tarefa agêntica que num chat, e trinta vezes de variação entre duas execuções da mesma tarefa. Construir a visibilidade é projeto, não slide.
Cinco vezes mais chance de retorno continua sendo pouca chance. Quem sair achando que instalou um painel e resolveu o problema entendeu o contrário do que foi dito.
Funciona para um grupo de uma empresa só ou para uma plateia aberta. O exercício de quatro minutos, em que cada pessoa aplica as três perguntas a uma estatística que ela própria já repetiu, é o que muda a conversa depois.
Cabe numa janela de agenda de diretoria, sem exigir bloqueio de meio período.
Não exige base técnica. Exige que a pessoa tenha que defender ou contestar um número sobre IA diante de alguém.
O webinar entrega uma régua para ler números. A masterclass Critério Executivo trata da decisão seguinte: até onde a IA pode ir em cada processo.
Qual métrica de IA vocês instituíram este ano, e qual dos seus próprios valores ela está contradizendo agora?
Noventa minutos, e a próxima estatística que chegar na mesa é lida com régua. Diga se é para você ou para o seu time e eu respondo com as datas possíveis.
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