Webinar · 120 minutos

Como liderar times com agentes de IA

Quem decide, quem executa e quem responde? Quando um agente de IA sobe de nível dentro de um time, ele não só executa mais tarefas — muda o trabalho de todas as pessoas ao redor. Esta sessão entrega as três perguntas que todo gestor precisa saber responder sobre o próprio time, a partir de um caso real, contado em duas partes.

O que a sessão entrega
120minuma sessão
3perguntas de liderança
1caso real, em 2 partes
1painel de decisão ao vivo

O caso mostra um sistema que funciona bem por noventa dias — e é exatamente aí que o problema aparece, não numa falha óbvia.

O problema

O painel estava verde

Quando um agente sobe de nível de autonomia, ele não só executa mais — muda o trabalho de todas as pessoas ao redor dele. O gestor passa a receber uma proporção maior do trabalho difícil, e perde a prática de fazer o resto. É um efeito conhecido desde 1983 (Bainbridge, "Ironies of Automation"), e continua se repetindo com cada nova camada de automação.

O caso · parte 1

Uma diretora de Sucesso do Cliente sobe um radar de risco

Duzentas contas B2B, um sistema de risco de renovação que evolui nível a nível — até a cena em que uma regra errada, não uma falha óbvia, multiplica um problema por quatro semanas seguidas.

90
O caso · parte 2

dias depois, o sistema funciona — e o time já mudou

O time se reorganizou em torno do agente sem que ninguém decidisse isso formalmente. Uma conta importante é perdida por sinais que nenhum sistema captava. O painel estava verde o tempo todo.

O instrumento

Três perguntas de liderança, para qualquer time com agente

Não dependem de conhecer o caso Renata para funcionar. São as três perguntas que separam um time que mudou de verdade de um time que só ganhou uma ferramenta nova.

Primeira

O que decide sem pedir, e quem revê

Se o agente age dentro de uma fronteira, alguém precisa revisar essa fronteira periodicamente — ou ela envelhece em silêncio.

Segunda

O que faz o trabalho voltar, e quem recebe

Quando o agente erra ou trava, o trabalho não desaparece — ele volta para uma pessoa. Saber para quem evita que a exceção vire crise.

Terceira

Quando erra, quem percebe, quem responde e o que muda

A pergunta que o caso Renata responde da pior forma possível: ninguém percebeu, porque o painel media o que o agente fazia bem, não o que ele deixou de ver.

E então, três decisões concretas

Postas à sala, antes do desfecho

O que deixou de passar por pessoas? Uma camada humana entra de volta na revisão? O próximo nível de autonomia resolve o problema ou o esconde melhor?

Os limites, ditos na sessão

O que esta sessão não faz

Cento e vinte minutos entregam o instrumento de liderança. A escala técnica de autonomia por trás do caso — e o quanto de controle cada nível exige — pertence a outro degrau.

Não entrega

A escala técnica de autonomia do agente

O caso menciona que o agente "sobe de nível", mas a escala de oito níveis que descreve isso em detalhe é o conteúdo do outro webinar, "A escala da IA agêntica".

Não promete

Uma resposta pronta para "quanto automatizar"

A sessão entrega as perguntas certas para o seu time, não um número universal. A resposta muda por processo e por risco.

Formato

Cento e vinte minutos, ao vivo, com decisão de sala

Funciona para um grupo de uma empresa só ou para uma plateia aberta. As três decisões da parte 2 do caso são postas à sala antes de revelar o desfecho real — é o exercício que muda a conversa depois.

Duração

120 minutos

Cabe numa janela de agenda de diretoria, sem exigir bloqueio de meio período.

Para quem

Quem lidera um time, não quem opera o agente

Não exige base técnica. Exige que a pessoa responda por um time em que máquina e gente já dividem trabalho.

Onde leva

À masterclass, se fizer sentido

O webinar entrega as três perguntas de liderança. A masterclass Critério Executivo trata da decisão técnica seguinte: quanto controle cada nível de autonomia exige.

O que fica

Uma pergunta para levar

No seu time, se um agente errar hoje e ninguém perceber por três semanas, o painel que vocês olham avisaria?

Se um agente do seu time errasse hoje, quem perceberia?

Cento e vinte minutos, e as três perguntas de liderança viram parte da rotina de gestão, não um exercício isolado. Diga se é para você ou para o seu time e eu respondo com as datas possíveis.

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